“Só eu sei Nos mares por onde andei Devagar”

“Só eu sei
Nos mares por onde andei
Devagar”

“Não há limites, Fernão?”, pensou e sorriu.A sua corrida para a aprendizagem acabava de começar. (Jonathan Livingston Seagull ) Fernão Capelo GaivotaRichard Bach, 1970parte III pg 152

“Não há limites, Fernão?”, pensou e sorriu.
A sua corrida para a aprendizagem acabava de começar.


(Jonathan Livingston Seagull )
Fernão Capelo Gaivota
Richard Bach, 1970
parte III pg 152

“o caminho era certo… o vento é quem lhe abria o caminho… aquele vento impetuoso.. doce vento seu… brisa da tarde… brisa antiga… lhe acariciava a face e sorria… corria com ela.. entre as alamedas que agora seguiria..”

“o caminho era certo… o vento é quem lhe abria o caminho… aquele vento impetuoso.. doce vento seu… brisa da tarde… brisa antiga… lhe acariciava a face e sorria… corria com ela.. entre as alamedas que agora seguiria..”



Somos, antes de tudo, na linguagem e pela linguagem não é necessário
um caminho para linguagem. Um caminho para linguagem é até mesmo
impossível, uma vez que já estamos no lugar para o qual o caminho
deveria nos conduzir. Mas será que estamos mesmo nesse lugar? Será
que somos e estamos na linguagem a ponto de fazermos a experiência de sua essência, de a pensarmos como linguagem, numa escuta, o próprio da linguagem? Será que já estamos na proximidade da linguagem mesmo sem uma ação nossa? ou será caminho para a linguagem o mais longo e extenso que se pode pensar? E não apenas o mais longo, mas também cheio de obstáculos oriundos da própria linguagem tão logo tentamos pensar, genuinamente e sem desvios, a linguagem no que lhe é própria? (HEIDEGGER, 1998 p. 192-193)

(pourquoi je danse    -    why i dance   -   porque eu danço)